Ideia abstrata revista para intervenção a partir do conceito de programa (Flusser)
Após o debate acerca do conceito de programática de Flusser, percebemos que nossas ideias estavam muitos baseadas em estruturas causalísticas ou finalísticas, ou seja, preocupadas excessivamente com motivos e objetivos para o funcionamento da intervenção. Nesse contexto, vimos que precisavámos refinar nosso projeto para que ele não se tornasse obstacularizante e permitisse inúmeras possibilidades de interação, ao invés de limitar e direcionar completamente o usuário.
Desse modo, decidimos que a intervenção deveria ser moldada de acordo com a interação desejada pelo usuário, com isso, o projeto não seria fruto de interações meramente reativas, e sim programático. A partir disso, surgiram ideias de fazer peças montáveis, que poderiam se transformar em sentáveis, acender luzes e tocar sons.
Grupo: Joana Vaz, João Gabriel Martins, Karoline de Oliveira, Luísa Lima, Marina Gomes e Thais Soares.
Desse modo, decidimos que a intervenção deveria ser moldada de acordo com a interação desejada pelo usuário, com isso, o projeto não seria fruto de interações meramente reativas, e sim programático. A partir disso, surgiram ideias de fazer peças montáveis, que poderiam se transformar em sentáveis, acender luzes e tocar sons.
Grupo: Joana Vaz, João Gabriel Martins, Karoline de Oliveira, Luísa Lima, Marina Gomes e Thais Soares.

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